
Obama, contra a tortura, a favor do aborto
Contra a tortura e a favor do aborto, está é a democracia do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. “Guantanamo” sem Guantanamo, ele fechará as janelas da prisão, mas abrirá ainda mais as portas das clínicas de aborto para matarem os inocentes embriões humanos. Atualmente, em América são feitos todos os anos mais de um milhão e trezentos mil abortos.
Mais duzentas mil pessoas foram às ruas de Washington para protestarem contra a decisão de financiar as organizações não governamentais que trabalham no estrangeiro para “ajudar no controle da natalidade”, possibilitar às mulheres de exercerem com mais facilidades o “direito de interromper a gravidez”. O outro sim a morte dado por Obama foi à decisão de financiar as pesquisas com as “células todas potentes humanas” que tinha sido vetado por Bush, não levando em conta que cientificamente as pesquisas com células todas potentes adultas tem sido mais eficaz. Uma sondagem feita a pedido dos bispos americanos revelou que mais de 40% da população é a favor da limitação da interrupção da gravidez, ela só poderia ser feita em caso de estupro, incesto e para salvar a vida da mãe. Além disso, de cada cinco americanos, quatro são a favor de leis mais severas em relação à legalidade do aborto. Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a Vida, declarou que por detrás da decisão estão questões de abuso de poder e interesses econômicos.
Os Estados Unidos deu um exemplo de vitoria contra o preconceito em ralação aos negros. Os manifestantes do “povo da vida” lembraram a Obama que os americanos precisam vencer a discriminação dirigida aos sem voz, as inocentes crianças não nascidas.
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