
Viva a “Democracia uruguaia”, não ao aborto!
O presidente socialista e médico, Tabarez Vázquez, utilizando o seu direito dado pela Constituição do Uruguai, há poucos dias, vetou alguns artigos a favor do aborto que faziam parte da Lei da Saúde Sexual e Reprodutiva aprovada pela Camara de deputados e pelo Senado. Essa corajosa decisão “politicamente correta” abalou o mundo que nada a favor das águas da cultura da morte.
A ministra da saúde, Maria Julia Muñoz, tinha anunciado publicamente sua lealdade ao presidente e a sua consciência, por isso apoiou Vázquez nesta histórica decisão."No hay ciencia sin conciencia, ni medicina sin principios, ni compromisos", algunos de los cuales "son tan antiguos como el juramento hipocrático, pero no por ser antiguos son anacrónicos", afirmou o presidente. Os fundamentos do veto assinado pelos dois incluem além dos conhecimentos científicos do presidente segundo os quais há vida desde o momento da concepção, estao reforçados pelos aspectos de natureza jurídica constitucional que lhes permitiram vetar os artigos referentes à "interrupção da gravidez". Também incluía a equidade do gênero humano e dos direitos da mulher, particularmente aquelas mais pobres que sofrem as conseqüências do aborto em situações de risco.
Como é interessante a geografia do mundo político, se por um lado um presidente socialista é a favor da ditadura da cultura da morte, outro cruzando o Atlântico é a favor da democracia da cultura da vida. Espero que a "metrópole" aprenda com a "colônia".
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